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M3, Jet e ComSchool se juntam em Workshop para e-commerce de moda

Por Pablo Ribeiro

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Confira as principais dicas dos especialistas para turbinar seu e-commerce de moda

O segmento de moda é um dos que mais cresce no e-commerce. Em 2018, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$53,2 bilhões, de acordo com o relatório Webshoppers, elaborado pela E-bit/Nielsen. Desse total, 5,6% pertence à lojas online de roupas e acessórios. Mesmo tendo uma queda de meio ponto percentual em comparação com o ano de 2017, a moda se manteve em segundo lugar entre as categorias de produtos que registraram mais pedidos. 

Essa é uma excelente notícia para donos de lojas virtuais que decidiram investir na venda de roupas. Entretanto, para conseguir captar a atenção de um público cada vez mais acostumado à compra online e, por conta disso, mais exigente, é preciso pensar em estratégias específicas para um nicho que envolve expectativas e emoções. Afinal, quando uma pessoa compra uma roupa nova, nem sempre é por necessidade. A moda também tem a ver com status, glamour e autoestima. 

Pensando em ajudar pequenos e médios empreendedores a atraírem mais tráfego e oferecerem uma melhor experiência para o usuário para que essas visitas se transformem em conversão, Pablo Ribeiro, CEO da M3, se uniu ao Gustavo Chapchap CMO da JET E-business e ao Marcos Potasz, Head de Marketing Digital da ComSchool, e preparou um workshop abordando estratégias e tendências específicos para esse segmento. 

E-commerce de moda: 5 insights para colocar em prática

Aqui no Blog, já falamos anteriormente sobre como montar uma loja de roupas. No Workshop, apresentamos temas como comunicação, gestão comercial e ferramentas indispensáveis para alcançar sucesso nas vendas se você já tem um e-commerce de moda. Se você não esteve presente no evento ou se quer relembrar os conteúdos compartilhados, confira a seguir 5 insights para melhorar sua loja virtual de roupas.

Crie conteúdos relevantes

A construção de uma marca de roupas vai muito além das peças que ela vende. É preciso criar uma identidade forte e, através dela, criar um canal de comunicação contínuo com o público. Por falar em público, conhecê-lo é o primeiro passo – e talvez o mais importante – para uma estratégia de conteúdo bem sucedida. O Instagram é a rede social mais indicada para o nicho de moda, justamente pelo seu caráter mais imagético. Invista em boas fotos e vídeos, e explore também o conteúdo que os seus clientes criam, compartilhando boas fotos com as peças da sua marca. Parcerias com digital influencers são excelentes formas de chegar a novos consumidores. 

Dentro do seu site, crie um conteúdo que descreva mais que as características da peça. Não que não seja importante especificar as medidas, o tecido e outros detalhes. Mas você pode ir além dando sugestões de uso, fornecendo boas fotos e vídeos. Ferramentas que permitem zoom nessas imagens são um plus que aprimora ainda mais a experiência de compra. Lembre-se que você precisa chegar o mais perto possível da sensação de ter a roupa em mãos.

Aposte no omnichannel

Vender online e permitir que o cliente busque ou troque a peça pessoalmente é uma excelente tática quando se trata de roupas. Muita gente ainda se sente insegura em comprar peças de vestuário na internet porque não podem experimentá-las. Você tem algumas opções para oferecer essa experiência sem ter necessariamente que abrir uma loja física. 

O primeiro passo é construir uma comunicação clara no que diz respeito à trocas e devoluções. O cliente precisa saber que não terá problemas caso se arrependa da compra. Essa prática é, inclusive, parte do que diz a Lei do E-commerce. Uma estratégia um pouco mais ousada, mas que deu muito certo quando aplicada na Bonobos – uma loja americana de calças masculinas que opera em D2C – é enviar ao consumidor dois tamanhos diferentes e deixar que ele devolva aquele que não serviu. Vale mencionar que a Bonobos faturou US $ 9,5 milhões em 2010, 3 anos após seu lançamento. 

As lojas pop up também são uma alternativa interessante. A estratégia consiste em expor as peças em um local físico temporariamente. Coletivos de moda são locais que reúnem várias marcas e por onde transitam pessoas interessadas em novidades. Ideias não faltam para capturar clientes também no “mundo real”.

Facilite a compra 

Peças de roupa muitas vezes são compradas por impulso. Como dissemos no início desse artigo, nem sempre a compra de uma roupa é motivada por uma necessidade genuína. Muitas vezes a peça vai parar no carrinho simplesmente porque o cliente achou ela bonita. Para não desperdiçar esse impulso, a tarefa do lojista é facilitar ao máximo o processo de compra. Carrinho sempre à mostra, formulários de checkout curtos e objetivos e informações reunidas em um só lugar são praticamente obrigatórias hoje em dia. Você pode enriquecer a experiência adicionando produtos complementares, por exemplo.

Escolha a plataforma certa 

Todas essas otimizações só serão possíveis se a plataforma de e-commerce escolhida te der o suporte adequado. A JET, por exemplo, tem uma plataforma especialmente desenvolvida para o mercado da moda e acessórios: a JET Fashion. Além de oferecer flexibilidade no layout, integração entre estoque de loja física e online, processo de venda simples e conexão com marketplaces, essa versão criada para lojas de roupa online ainda oferece ferramentas como gestão de kit, gestão de look, instashop, multifotos, vitrine interativa, lista de desejos, etc. 

Acompanhe os resultados

Uma estratégia bem sucedida, seja ela qual for, sempre vai precisar ser acompanhada de perto. Crie uma rotina de monitoramento dos resultados do seu e-commerce. Você pode utilizar os dados do Google Analytics ou as informações que a plataforma de e-commerce que você escolheu fornece. A ideia é utilizá-los para entender o comportamento do consumidor e criar ações que os estimulem a comprar em sua loja.

Fique ligado aqui no Blog e também nas redes sociais da M3, da JET e da ComSchool para saber dos próximos eventos. Esperamos você!


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